11 responses to “Nine Inch Nails e o Visionário Trent Reznor”

  1. Ton Magno

    muito Interessante essa manda
    original
    hehehehe

    1. D.O.R

      Pois é Ton, difícil encontrar outras bandas parecidas, mas também não é um som "comercial" digamos, muita gente odeia, hahaha.

  2. Anderson Costa

    Muito interessante o post! Acabei de assistir alguns vídeos no youtube sobre bandas e músicos independentes, e o que me chamou mais a atenção foi o amor pela música que essas pessoas geniais tem em comum! Essas pessoas fazem a grande diferença no universo da música, independente se vão fazer sucesso ou ganhar dinheiro o que vale é a arte! Parabéns pelo blog Rodrigo!

    1. D.O.R

      Fala Anderson!

      Po, manda uns links ae! Hehe.

      Realmente, acho que o futuro será dos independentes! Tem muita coisa boa rolando por aí, o difícil está sendo conseguir filtrar tudo o que existe atualmente e encontrar algo legal.

  3. Thiago

    Putz eu sou muito fã do NIN e do Reznor, eu inclusive já fiz um bootleg pra músicas da trilha do jogo Quake que foi feito pelo NIN, só posso dizer que é um artista muito a frente do seu tempo!

    1. D.O.R

      Com certeza Thiago! Esse tem a visão além do alcance, hehehe.

      Vamos ver o que vão preparar para a turnê nova.

  4. DJ Mostarda

    Putz…Eu tocava uma versão tribal em 1996 ou 98 feita pelo Club 69 (Peter Rauhofer)!!! Waaarrm!! Abraços. DJ Mostarda – Recife PE

    1. D.O.R

      Fala cara! Valeu pelo comentário! :)

      Não conheço o Peter Rauhofer ou o Club 69. Faz parte da histórias dessas bandas do post?

      Abraço!

  5. DJ Mostarda

    Rodrigo, quando eu saí das danceterias de bairros e equipes de som pra ir tocar em Clubs minha primeira casa foi um club GLS que tinha aqui em Recife em 1995. Me assustei claro com esse underground mas notei que tinham uma cultura musical bastante diferente, e no caso descobri entre grandes produtores como Victor Calderone, Junior Vasquez, etc. o nome do Club 69 aka Peter Rauhofer.
    Saí pra diversos tipos de clubs, dos mainstreams aos guettos mas continuei sacando esse mercado musical que a galera do GLS curte. Aqui em Recife temos que ter bagagem musical pois com os altos e baixos da noite tenho que que estar preparado pra qualquer ocasião, desde que a identidade musical seja eletrônica…Aí vou mesclando as sonoridades de cada cultura, cada guetto, cada superclub numa viagem musical. Me deu um estalo pra fazer alguma coisa atual com tracks antigas e acabei por descobrir neste post que uma das faixas que eu tocava já era um remake…Estudar é tudo mano!! Valeu!! Ahhh…o site do peter é este http://www.peterrauhofer.com/ O cara tem uma discografia grande man!! Abração

    1. D.O.R

      Pow, que massa cara, legal seu comentário!

      Realmente estudo e experiência são muito importantes na vida de qualquer artista. Muito legal o trabalho que você fez!

      Vou pesquisar mais sobre esse Peter, agora fiquei curioso, hehe.

      Valeu!

  6. Matanay e o Mercado Musical Nacional

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