11 comentários em “Matheus Duarte e o Movimento Musical de Curitiba”

  1. Matheus Duarte

    Pô, Cabelo! Agora quem se sente honrado sou eu! Valeu demais o post! Tamos aí e vamos fazer essa parada virar. Curitiba e o Brasil não perdem por esperar. E que não espere por muito tempo! Grande abraço!

  2. @mathduarte

    demais, cara! Valeu! Espero que em breve a gente possa trabalhar em algum projeto juntos. Já tenho uma proposta pra te fazer. heheheh.
    Abraço!

    1. D.O.R

      Fala Matheus!

      Po cara, massa! Vamos sem dúvida fazer algo junto, precisamos conversar mais! Hehehe.

      Abração!

  3. Gladson Targa

    Olá. Penso que um movimento tem que se mover e não ficar parado só debatendo e/ou discutindo, ou mesmo focar na idéia de reeditar algo que ocorreu 20 anos atrás. Tem que se pensar no novo, pegar impulso com um breve passo atrás, e dar um salto à frente. Temos exemplos de movimentos que deram certo aqui mesmo, com as bandas de black/death metal nos anos 90 e, mais recentemente, com as bandas psico e punk; não precisa-se ir até Seattle. Está aqui, embaixo de nossos narizes.

    Tem que se promover festivais sem ficar agarrado aos editais da FCC, buscar auxílio da iniciativa privada, promover debates nas rádios, trazer os donos dos palcos da cidade para debater com seriedade, deixar claro que isso é trabalho, que isso é vida, que não queremos trocar música por bebida; fazer shows gratuitos em praça pública, abandonar essa mecânica vetusta, enferrujada, deixar no passado o que lá está, respeitar quem lá está, aprender com quem lá está e focar no novo. Bora trabalhar.

    1. D.O.R

      Fala Gladson!

      Apenas utilizei o exemplo de Seattle por ser o mais conhecido mundialmente. Poderia ter citado o movimento House em Chicago, ou o Hip-Hop americano, ou até o Rap de São Paulo que estourou a alguns anos atrás. Sem dúvida temos vários exemplos.

      Não adianta apenas discutir, concordo, no entanto também não adianta fazer nada se não for planejado. Eu estou trabalhando isso com muito cuidado, pois é difícil apresentar novas idéias que ainda nem foram comprovadas.

      Já em relação à iniciativa privada, rádio, donos de palcos e festivais, sinceramente não vejo resultado no momento. A grande maioria vai exigir algum tipo de comprovação ou garantia antes de fornecer auxílio. É o mesmo que acontece com os recém formados que entram no mercado, sem experiência, mas toda oportunidade que aparece exige no mínimo dois anos na área. E aí como faz?

      Eu entendo a importância das mídias tradicionais, mas para os iniciantes no mercado musical é algo ainda muito distante. E pode nem ser tão necessário. Quer tocar para o público e divulgar um show? Faça uma transmissão online pelo Justin.tv. Quer promover debates em rádio? Monte um programa de Podcasts. E pra que iniciativa privada se temos meios gratuitos de divulgação?

      E posso afimar por experiência que tive nesses últimos meses que várias pessoas curtem a idéia de se unir, se mexer, de mudar, mas na hora de fazer a coisa acontecer fica tudo na mesma.

      1. Gladson Targa

        Então, Rodrigo. Eu estava também ilustrando. O que acho é que devemos nos unir de fato, virando as costas de uma vez por todas para essas tais mídias tradicionais, para os donos dos palcos e afins, que se negam a dar oportunidade ao "desconhecido", que não estão preocupados em fomentar a cultura musical local, que abrem suas portas para o "mais do mesmo" e entopem o bolso embebedando, entorpecendo (e enganando) o público. Temos que abrir uma rádio na internet, por exemplo, e ali tocar o som de quem tá afim de sair do cabresto. Temos que alugar um terreno baldio, montar um palco e fazer um mini festival, de dia. Esse tipo de movimentação, considerada subversiva pelos que consomem o "mais do mesmo" é o que faz as coisas mudarem. e tem que fazer isso tudo e pisar firme no chão, dar a cara a tapa, ir até o fim, sem titubear. Isso é o que, de fato, penso ser um movimento de união. Essa carinha de bebê politicamente correto não funciona. ;^)

        P.s.: Concordo com você aqui também: devido a esse zelo com as idéias, com o planejamento, é que a AQP ainda não mostrou a cara por inteiro. Tem que preservar a integridade das idéias e não simplesmente jogá-las aos quatro ventos e ver no que dá.

        1. ton

          nosssa brow irado esse Tutorial
          dahora msm
          valeuu

          1. Gladson Targa

            Boa. Vou ver com um conhecido meu que tem também uma rádio na internet, chamada Mqueca de Sirihttp://muquecadesiri.podomatic.com/. Pois, cara, um camarada meu se interessou em entrar nessa de ir até a "casa" levando propostas, e tal. Ele trabalha com rreno baldio é o que nãofalta nessa cidade. Isso é mais ou menos como quando os caras faziam as raves na Europa, sem autorização, simplesmente faziam e saiam correndo, haha.

          2. D.O.R

            Po massa! Se conseguir agilizar isso seria animal! Vamos conversar melhor por e-mail, acho que rola sair coisa boa disso aí!

  4. Carlos Rodolfo

    Irado o post Rodrigo.

    A escala mostrada é harmônica menor né? Pq a menor natural não possui o Ab.

    Muito bom o blog, parabéns e to sempre acompanhando.

    Abraços

    1. ANDERSON SANTOS DJ

      Fikei triste e com ciumes….tbm dei a dica do Cantasia……mas to de pilha …huahuahua
      Seguinte: Qto ao video, ficou 10.Queria dar uma sugestao: Vamos explorar mais esse vídeo e esse assunto, pq eu ainda tenho algumas dúvidas. Primeira, na hora de mixar, vc utiliza algum limiter nas tracks, ( especialmente na construcao do bass line ?? ) Pergunto isso, pq como eles estao em frequencias diferentes, e planos diferentes ( acontecem separados ) há q se pensar no timbre como um todo …..ou nao ?? Qto ao programa Casntasia, tem algumas video aulas dele no youtube em portugues. Mas se quizer gravo algo aki p vc .

      Abraxxxxxxx

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